Retrospectiva 2010 - blog uniRP

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O blog uniRP de fato surgiu em dezembro de 2009, com esse post.

Porém, foi em 2010 que resolvemos levá-lo a sério mesmo, planejando uma reestruturação e colocando-a no ar, conforme explica esse post.

Por isso, consideramos que o ano de 2010 é que foi o ano definitivo do blog, visto que tivemos uma grande produção e, com isso, um grande crescimento, tanto de conteúdo, quanto de visibilidade por diversos lugares.

Saímos muitas semanas nos Melhores Posts de Relações Públicas da Semana, organizada pelo RP Pedro Baldurquino, o que nos orgulhou muito, e que nos deu força para seguir e frente!

Participamos de um concurso, fizemos post sobre Congresso, organizamos e cobrimos palestras, firmarmos parceria com o Curso de Comunicação Social da UNISC e com nossas professoras de Relações Públicas e suas turmas, além de termos recrutado um time de peso de colaboradoras que acompanharão o blog à partir de agora.

E, claro, umas das questões que mais foi importante para nós (Cintia e Juliana), foi nosso crescimento, tanto pessoal quanto profissional/acadêmico, pois fazer parte de um blog, ter o compromisso de pesquisar, estudar, ler e elaborar textos provoca um grande amadurecimento e desenvolvimento de todos os quesitos que nos envolvem, intelecto e pessoalmente.

Portanto, para nos despedirmos desse grande ano que foi 2010 para nós e para o uniRP, relacionamos abaixo alguns posts que tiveram destaque e foram importantes na construção da história do blog:


Perspectivas e apostas para a área de RP em 2010
O post de "reinauguração" veio com tudo, trazendo depoimentos de grandes profissionais, professores e acadêmicos sobre como seria o ano para a área de RP. Também foi o post de "inauguração" do blog na lista dos Melhores Posts de RP da Semana, no Horizonte RP (que agora já não está mais na ativa).

Sustentabilidade: o futuro é agora
Com esse post sobre sustentabilidade ambiental, participamos da promoção realizada por Rodrigo Cogo e o Mundo RP, e por Pedro Baldurquino com o Horizonte RP. Foi muito bacana abordar esse assunto, e acreditamos que fizemos um bom trabalho.

Marketing Social
Um tema sempre válido, ainda mais apoiado em um filme, onde traz práticas e vivências reais, o que colabora para uma maior absorção dessa realidade, embasando ainda mais o assunto.

O Profissional de Relações Públicas
Nossa primeira entrevista, feita com a RP Roberta Souza e Silva (atualmente, uma colaboradora do uniRP e uma das donas da primeira e única agência de Relações Públicas de Santa Cruz do Sul - a Adega de Ideias). Inaugurou o tema de entrevistas com profissionais, e teve muito êxito, visto que trazer experiências concretas e eficientes do que aprendemos de teoria na universidade sempre promove uma aceitação positiva.

Relações Públicas Comunitária
Um tema bem salutar, porém pouco debatido. É importante trazer esse outro campo onde os RP's podem atuar, que é o Terceiro Setor, tão necessitado de trabalhos de RP quanto qualquer outro.

Congresso Abrapcorp - dia 1 e 2
Com a participação de uma de nós (Juliana) nesse congresso, que aconteceu aqui pertinho, em Porto Alegre, postamos os aprendizados e experiências de cada dia, para que quem não pôde participar pudesse ter uma noção do que foi abordado no evento.

O profissional de Relações Públicas na área Política
Mais uma entrevista com profissional, agora com a RP Ilza do Canto, que também veio palestrar no nosso curso. Foi muito bacana saber sobre a experiência dela e o ótimo trabalho que ela desenvolve. Acrescentou muito para nós que estávamos fazendo RP Governamental na época.

Futebol e Relações Públicas
A época era de Copa do Mundo, mas não foi por esse motivo que trouxemos esse post. Tratou-se de uma descoberta, no mundo dos video-games, do trabalho da nossa área, o que acabou se revelando um ótimo aprendizado, visto que abordamos a profissão na atuação em clubes de futebol, um grande "campo" onde os profissionais de Relações Públicas podem exercer suas atividades.

O profissional de Relações Públicas na área Hospitalar

Mais uma entrevista com profissional, com Carine Nied, RP que atua no hospital da cidade, também mostrando um campo muito interessante e promissor para os profissionais da nossa área.

A campanha de Relações Públicas
Post que trouxe as experiências e impressões de uma campanha de RP realizada por alunos na cadeira de Campanha de RP na UNISC. Um aprendizado que acrescentou muitas coisas positivas, tanto em quem a realizou quanto em quem a recebeu... além de quem a leu, claro.

Sua "exigência" é uma ordem
Um assunto muito em voga em 2010, sobre as exigências das pessoas na hora de consumir. Além de ser um tema muito interessante, que cabe aos conhecimentos de RP, para que possam auxiliar as empresas onde atuam a entender e a se relacionar melhor com esse consumidor.

Projetos experimentais em Relações Públicas
Mais experiências acadêmicas que abordamos no uniRP. É muito importante trazer para conhecimento de todos as atuações de profissionais da nossa área, mas é igualmente importante trazer o que os futuros profissionais já estão fazendo, mostrando desde cedo a qualidade e a dedicação necessárias para uma grande carreira.

O futuro profissional de Relações Públicas
Como foi dito no comentário anterior, um post que traz a realidade de uma formanda em RP, uma futura profissional que já estava exercendo seus aprendizados, e tendo expectativa do que vinha pela frente.

Relações Públicas e Marketing
Um assunto que sempre vem à tona, grandes atuantes do mundo da comunicação, e que muitas vezes são confundidos, um sendo subordinado à outro e por aí vai. O post quis mostrar que o melhor mesmo é que ambos atuem juntos, contribuindo com as qualificações de cada um.

Valores. Simples assim!
Com o conhecimento e, consequentemente, com a exigência dos consumidores atualmente, cada vez mais alertas às práticas das empresas e suas marcas, os valores aparecem como protagonistas nessa relação tão tumultuada, mas necessária. Além disso, o texto embasa-se no recente livro de Kotler, onde ele aborda o Marketing 3.0, que trata das práticas do valores, indo ao encontro dos consumidores (humanos plenos - com mente, coração e espírito) e seus anseios.

O lugar certo para experimentar
Post que deu início à parceria do uniRP com a turma de Oficina de Redação em Relações Públicas II, que durou o semestre, ministrada pela Prof. Elizabeth Moreira. As alunas trazem suas experiências como bolsistas da Agência Experimental de Relações Públicas que fica no Curso de Comunicação Social da UNISC.

Mídia e interatividade: blogs corporativos
Outro texto da parceria citada acima, e até hoje um dos posts mais acessados no blog, semanalmente.

Relações Públicas no século XXI - Imagem Empresarial
Também um texto de alunas, na parceria com a disciplina de Oficina de Redação em Relações Públicas II, que aborda questões atuais, onde apresenta os desafios dos profissionais de RP no cenário globalizado e as exigências na atuação das empresas perante seus públicos.

Evolução e Comunicação
Um post bacana e diferente, que mostra o quanto o cenário da comunicação já mudou, e também aborda um pouco sobre a evolução que a nossa área já obteve acompanhando esse cenário de modificações.

Entre atos, política e Relações Públicas
Devido ao momento de eleições, um post que mostra um pouco do backstage de uma campanha eleitoral para presidência e seu planejamento, e como um Relações Públicas pode atuar nessa prática política.

OpineRP! e Meio ano de blog uniRP
Campanha e post, respectivamente, sobre meio ano de atuação do blog uniRP, que também tratou de abrir espaço para que os leitores pudessem enviar sugestões, críticas, elogios e dicas sobre como foi esse período, e como o blog poderia melhorar ainda mais.

A quarta-feira do relacionamento ON+OFF
Post falando como foi o dia 6 de outubro (uma quarta-feira) da SEACOM (Semana Acadêmica do Curso de Comunicação), onde as palestras e atividades foram organizadas pelo blog uniRP (Juliana), Midiatismo (Dennis) e Ocappuccino (Mateus). O tema era relacionamento ON+OFF, e trouxemos duas ótimas palestrantes, que abordaram sobre o assunto trazendo cases de sucesso das agências onde trabalham: Carolina Palma (W3Haus) e Maíra Rolim (BOCA).

Relações Públicas no auxílio ao RH
Post de alunos da disciplina Oficina de Redação em Relações Públicas II, que abordou sobre como nossa profissão pode auxiliar as empresas atuando no setor de gestão de pessoas ou Recursos Humanos.

Relações Públicas e as áreas da Comunicação
O texto fala sobre como as disputas entre jornalistas, publicitários e relações públicas devem ser deixadas para traz, pois a prática da comunicação de forma integrada, com todas essas áreas atuando em conjunto e colaborativamente, transforma o cenário mais estratégico e, consequentemente, mais eficaz.

O profissional de Relações Públicas
Entrevista com o RP Pedro Prochno (que comanda o blog Relações) e sua atuação nas Relações Governamentais, feita pelo acadêmico Gilberto Rodrigues, das Faculdades Integradas Rio Branco, que colaborou com o uniRP.

Construindo a Monografia
A monografia é uma etapa importantíssima, talvez a mais, que todos devemos passar se queremos conquistar o tão sonhado diploma. Nesse post, aborda-se as etapas e dá dicas das melhores maneiras de realizar a elaboração desse trabalho.

Nova equipe do blog uniRP
Manter um blog ativamente, semanalmente, com textos bem fundados torna-se uma tarefa difícil ao longo do tempo para apenas duas pessoas. Por isso, resolvemos montar um time com grandes futuras e já profissionais de Relações Públicas da nossa cidade/região e universidade. Nesse post, apresentamos então a nossa nova equipe, que irá atuar ao nosso lado no ano de 2011.

Entrevista com o profissional de Relações Públicas

Trouxemos uma entrevista com a RP Simone Ferreira, que veio abordar sua atuação na área cultural como RP da Fundacine. A entrevista foi muito válida, visto que mostrou uma área de atuação pouco explorada pelos RP's, mas que pode se tornar um grande campo em potencial.

Dia Nacional das Relações Públicas
E para fechar o ano de posts com chave de ouro, um post trazendo depoimentos de todas as integrantes do blog uniRP sobre a importância da nossa área e a importância que o dia 2 de dezembro tem para as Relações Públicas no Brasil, além de prestar uma pequena homenagem à essa profissão que todas amamos.



Então é isso pessoal, espero que tenham gostado.

E aproveitamos para
dizer que foi muito bom passar o ano de 2010 com todos que acompanharam e curtiram o blog com a gente, e que em 2011 a produção continue a mil, trazendo cada vez mais conteúdos e contribuições para nossa área, que é motivo de orgulho para todos nós!

Um ótimo Ano Novo para todos!


Abraços,
blog uniRP

Feliz Natal... Digital

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O ano de 2010 está chegando ao fim, mas nem por isso a correria diminui. Pelo contrário, parece que vivemos um ano inteiro dentro de apenas um mês, de tantos acontecimentos, prazos, festas, planejamentos para o próximo ano...enfim, acontece de tudo, e ao mesmo tempo!

O blog uniRP também está nessa onda, e não estamos conseguindo manter frequentes as atualizações, pois está todo mundo cheio de coisas (final do semestre, trabalhos e provas finais, entregas e apresentações de monografia)... fora o trabalho, que também tudo está a mil.

Mas logo logo esperamos voltar à ativa, e trazer posts recheados de informações sobre o mundo das Relações Públicas!

Enquanto isso, gostaríamos de deixar nossa mensagem de final de ano:

2010 foi um ano muito bacana, e gostaríamos de agradecer a todos que compareceram, visitaram, leram, comentaram, indicaram, seguiram, retwitaram o blog uniRP (e o twitter @blogunirp)! Sem vocês, o blog não estaria onde está hoje!

Então, pessoal...


Um Feliz Natal abençoado e cheio de alegrias para todos, e que o Ano Novo que se aproxima venha com muita inspiração, trazendo mais e mais conhecimentos e contribuições para a nossa querida área, tanto de Relações Públicas quanto da Comunicação em geral!




E pra entrar no clima natalino também no meio digital, abaixo segue o vídeo que tem sido muito visto e comentado nos últimos dias... A história do Natal Digital.



Beijo, gente!

Dia Nacional das Relações Públicas

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Dia 2 de dezembro - DIA NACIONAL DAS RELAÇÕES PÚBLICAS


Hoje é um dia de comemoração. Comemorar um dia que é muito importante na vida e na história das Relações Públicas. Hoje é nosso Dia Nacional! Uma data tão importante, pois ainda não somos uma área totalmente reconhecida pelo o que de fato realizados e consistimos. Mas com certeza essa realidade está mudando, e tende a mudar ainda mais. Pelo menos é o que nós sentimos e apostamos!

Esperançosos, capazes, inteligentes, diferenciados... RP's, não baixemos a cabeça. Pelo contrário, vamos unir nossas vozes e fazer ecoar nosso orgulho de fazer parte de uma "família", de um "amor" que todos temos em nossos corações, de poder representar esta profissão.

Para prestar nossa homenagem, o blog uniRP traz os depoimentos de quem faz parte da nossa equipe. Eis o que as meninas têm a dizer:


Cintia Anton - Grande dia, dia de parabenizar todos aqueles que fazem de relações públicas uma profissão cada vez mais importante no contexto das organizações. Parabéns aqueles que escolheram representar esta atividade, e que não se esqueçam de trabalhar com orgulho, ética e profisisonalismo. Ser relações públicas é mais do que representar algo em público como a maioria acredita, é trabalhar com imagem, relacionamentos, planejamento, atendimento, marca... todos de forma estratégica. Não é fácil, é matar um leão por dia. Gosto tanto que acredito que é uma atividade concedida por bençãos divinas, como a benção da flexibilidade, do diálogo e do relacionamento.

Neste dia, quero trazer um textinho que sempre é bom lembrar ou relembrar - o nosso juramento: "Juro, diante de Deus e da sociedade, que farei uso do meu trabalho, conduzir meus esforços profissionais de acordo com os princípios éticos norteadores da atividade de Relações Públicas, com responsabilidade e respeito humano e dedicar o meu trabalho para o desenvolvimento e o bem estar do povo brasileiro e da humanidade".

Hoje é um dia de comemoração! E todo dia de comemoração é também de reflexão!


Juliana Xavier - comemorar esse dia 2 de dezembro, Dia Nacional das Relações Públicas, em 2010 é mais do que especial. Digo tanto para mim, quanto para a área, pela percepção que tenho do que desenvolvemos em 2010. Pra mim é especial, pois em 2010 aconteceram coisas maravilhosas e determinantes para minha paixão pela área crescer ainda mais - demos continuidade e gás para o blog uniRP e conseguimos alcançar resultados nunca esperados em tão pouco tempo; e entrei como estagiária na Adega de Ideias, primeira e única agência de Relações Públicas de Santa Cruz do Sul, podendo trabalhar ao lado de duas grandes profissionais que eu admiro muito.

Para a área, pois 2010 foi um ano excelente e especial. Lembram do post de "inauguração" da reestruturação do blog uniRP? Pois é, agora como o ano já passou, posso dizer que muitas das perspectivas e apostas se confirmaram, monstrando ter sido um ano tão significativo quanto o de 2009. E tudo se dá por resultado da atuação de brilhantes profissionais e acadêmicos, pelo Brasil afora, representando a área brilhantemente, tanto em forma de trabalhos executados, quanto em forma de posts em seus blogs!

Portanto, PARABÉNS a todos! Temos sim muitos motivos para comemorar, e que os próximos anos sejam ainda mais brilhantes na história que estamos construindo aos poucos, mas de forma digna de admiração! Relações Públicas (atuais e futuros), parabéns!!!


Gisele Simão - Ser RP é o máximo! Tô curtindo um montão. Me divirto a cada dia de trabalho, porque fazer o que se gosta não tem preço. Ter uma data para comemorar o dia nacional das Relações Públicas é fundamental, mas penso que, cada profissional, no seu dia-a-dia de trabalho, pode fazer pequenas ações para valorizar a profissão. O mercado de trabalho está sempre em evolução e o Relações Públicas precisa estar sempre atualizado, buscando novidades, acho que isso é o que mais me motiva.


Ingrid Bittencourt - Neste dia tão especial como o 02 de Dezembro, gostaria de mandar um recado a todos aqueles que um dia já ouviram falar em Relações Públicas, mas nunca entenderam muito bem o que significa isso, quanto menos sabem o que estes profissionais efetivamente fazem. O RP é alguém que possui no cerne do seu espírito algo incomum a outros profissionais: o poder do relacionamento. Esta pessoa realiza como ninguém ações estratégicas, pois é um profissional antenado no mundo, o que significa estar sempre a frente!

Parabéns a todos aqueles que um dia já pensaram em ser um RP sem ao menos saber mais profundamente o que seria e com certeza PARABÉNS a todos aqueles que hoje são RP, e que defendem acima de tudo uma maior valorização desta profissão!


Luisa Scherer - Um dia nada comum, mais que especial este 02 de dezembro!!! Dia de parabenizar e felicitar a todos os Relações Públicas, sejam eles profissionais, acadêmicos e até os futuros estudantes desta área da comunicação. Mas, afinal o que é ser Relações Públicas?

É ser inovador sem deixar de ser tradicional, diplomata em busca da mediação constante, comunicador que prima pelos relacionamentos, é planejar continuamente e de maneira estratégica, é defender a ética e a verdade, é gerir pessoas, marcas e imagens com profissionalismo, é acima de tudo difundir e buscar de maneira intensa a valorização do nosso propósito como profissionais de Relações Públicas.

Realmente algo muito forte e cheio de significado para todos nós, parabéns aqueles que abrilhantam a nossa atividade a cada dia. Que neste momento de comemoração, seja possível pararmos por alguns minutos para refletir que rumo estamos traçando para a nossa profissão e o que mais podemos fazer em prol dela. Abraços e um PARABÉNS especial a todas nós !!!


Michele Roth - Dia das Relações Públicas! Um dia especial, para pessoas especiais! Parabéns a todos os profissionais, acadêmicos e futuros estudantes de RP que acreditam na importância e na responsabilidade de gerir a comunicação em seus diversos segmentos. Que este dia sirva para que nós reflitamos a respeito da nossa atividade e para qual caminho estamos indo, primando sempre pela verdade, pela ética e com o intuito de sempre buscar as melhores soluções para o desenvolvimento através da comunicação! Abraços a todos os colegas RP's!!


Roberta Souza e Silva - O que eu sinto? Sinto que de forma determinante as portas se abrem para o profissional de RP. O profissional que não se posicionar agora talvez nunca mais o faça.
Num mercado de iguais, é hora de buscar diferenciação pela RELAÇÃO. Criar e manter boas relações com os stakeholders. É hora de estudar indicadores de relação, aprimorá-los e aplicá-los na realidade de cada atuação nossa. Parabéns ao nosso Dia!

Entrevista com o Profissional de Relações Públicas

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Semana passada, a turma de Prática de Relações Públicas I recebeu a palestra da Simone Luz Ferreira, Relações Públicas e responsável pela produção executiva da FUNDACINE.

Simone é formada em Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e também se graduou em Produção Audiovisual – Cinema e Vídeo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - Faculdade de Comunicação Social - FAMECOS – TECCINE. Desde março desse ano é Coordenadora Geral de Projetos da Fundacine. Suas principais atividades são: desenvolvimento, gerenciamento e coordenação de projetos culturais; organização e realização de eventos da entidade.


Aproveite a disponibilidade da Simone, e fiz uma entrevista com ela, que pode ser conferida abaixo:


Simone, tu te formaste primeiramente em Produção Audiovisual . Por que resolveu fazer Relações Públicas também?

Eu fiz as duas faculdades paralelas, ao mesmo tempo. Então, à medida em que eu fui trabalhando com a produção de cinema, dentro da faculdade de cinema, eu me apaixonei pela área de produção. E, ao mesmo tempo, eu cursava Relações Públicas, quando aprendi sobre os processos organizacionais e percebi que os espaços de atuação de um RP poderiam ser expandidos para a área cultural. Mas ainda era uma coisa bem incipiente, no início da faculdade se falava pouco em gestão cultural, ainda era um termo que as pessoas não conheciam direito. E como eu já gostava de trabalhar na área de produção de cinema, por experiência na faculdade (e eu também vim das artes, fazia teatro, dança), de certa forma também sempre gostei da área cultural. Eu enxergava que todas as possibilidades de Relações Públicas poderiam ser aplicadas nessa área com bastante êxito e ainda como um mercado promissor para RP. Ao longo da faculdade, fui tentando me direcionar para isso, buscando literatura...ainda é uma área que tem pouca pesquisa, pouco livro publicado, que tem poucos profissionais que atuam e que podem compartilhar as experiências. Por isso eu vejo como uma grande oportunidade, para que a gente possa se destacar e fazer com que essa área cultural consiga se formatar de uma maneira diferente, e não tão informal, não pela via artística somente, mas sim se tornar um negócio mesmo, virar algo realmente formatado do jeito que um RP gostaria que fosse.

Durante a faculdade, o que tu procuravas fazer para adquirir experiência prática...estágios, projetos?

Eu trabalhava com produção de cinema, e dentro de produção, a gente trabalha essencialmente com projetos. A minha tarefa nos filmes da universidade, que eram tarefas de aula, era escrever o projeto do filme, buscar uma fonte de recursos para financiar esse filme, tinha que dar um jeito de divulgar e, para isso, eu precisava transitar muito bem com a equipe do filme, dialogar muito bem com o diretor, ter uma certa postura de liderança frente aos outros técnicos que trabalhavam comigo, embora fossem colegas de aula... então todas essas tarefas de uma certa forma já sinalizavam uma certa habilidade pra atuar como RP. Também trabalhei com pesquisa na faculdade, não me foquei na área de Relações Públicas de uma forma mais conceitual, eu acabei me focando na recepção de mídia, estudando o relacionamento das mídias com seus públicos, que de uma certa forma é também um nicho de RP, se tu pensares em RP como profissão. Trabalhava com projetos dos filmes, na área de produção. Nunca estagiei exatamente como RP. Também trabalhei, dentro da universidade, na área de extensão fazendo eventos, fechando com clientes e fazendo a produção do evento, assessoria de imprensa, o que transitava nas funções de RP. Mas sempre enxerguei essa questão de trabalhar com produção de cinema, e essencialmente produção cultural, já como sendo essencialmente Relações Públicas. Então tudo isso se apresenta como um nicho de RP, tudo o que se faz na produção é o que um RP faz.

...e deve haver muitas pessoas né, que trabalham nessa área cultural, nas produções culturais, que fazem o que um RP faria, e nem sabem disso...

É, e o que nos dá uma grande vantagem, pra quem tem formação na área, é que as pessoas que trabalham com produção, seja de cinema ou produção em si artística, não conhecem exatamente os processos, não sabem a metodologia, então elas fazem, mas de uma maneira muito pouco formal, sem uma certa padronização. Essa é uma queixa muito grande do mercado cultural: que as pessoas não sabem formatar um bom projeto, não sabem apresentar o produto. Então temos uma grande vantagem, porque a gente já sai pronto da universidade. Já temos a mentalidade processual, enxergamos lá na frente, pensamos de forma estratégica, então aí é o grande nicho que temos a explorar...até porque muitas vezes o RP nem se interessa por essa área, não sabe que pode atuar.

O que tu aplicas de RP no trabalho que tu estás atuando hoje?

Essencialmente, tudo. Se a gente pensar pelas funções, pelas possibilidades. A gente concebe a ideia de um projeto novo, eu formato esse projeto e transcrevo na forma de um documento, e a partir disso a gente vai tentar financiar, conseguir recursos, viabilizar via lei de incentivo. Uma vez que temos esse recurso, eu executo. Se é um evento, eu essencialmente faço o evento, ou se é um projeto. Depois de executado, eu avalio, implemento ferramentas de avaliação, se o que eu fiz o público gostou, se foi da melhor forma, aí depois levo isso para a direção da FUNDACINE, para que nos próximos projetos a gente possa adequar e melhorar. Lá na FUNDACINE, como é uma entidade sem fins lucrativos, trabalhamos com uma equipe pequena, então eu faço tudo, desde a concepção da ideia à conclusão do projeto, a prestação de contas dele. Tenho que planejar, executar, avaliar e concluir. A única coisa que não faço é assessoria de imprensa, pois temos uma empresa contratada. O trabalho de relacionamento com os públicos, com e-mail, newsletter, site, tudo isso é com a gente. O bom de trabalhar em equipe pequena é que tu tens a visão do todo, pode aplicar e efetivamente aprender, coisas que tu vias na faculdade somente na forma teórica, agora pode aplicar na prática.

Contigo, há mais alguém de RP ou da comunicação?

São duas pessoas. Eu e uma assistente, que faz faculdade de Gestão Cultural. Mas em breve ela vai sair, e estamos recrutando outro estagiário. Pra mim, vai ser melhor se for alguém de RP, pra ser melhor de trabalhar, já é meio caminho andado. Alguém que pense como eu. E que tenha o mínimo de noção de elaboração de projetos.

Como um RP pode atuar estrategicamente em gestão cultural?

Quando tu falas em projeto cultural, tu tens que tornar algo (claro, num planejamento estratégico também acontece isso), mas um projeto cultural não é algo palpável, é algo totalmente subjetivo, os resultados daquilo não são mensuráveis a curto prazo. Então tu tens que conseguir conquistar uma empresa. Tens que mudar a mentalidade de uma empresa, pra que ela invista no teu projeto, que veja que aquilo é lucrativo e estratégico pra ela, é muito mais difícil do que com qualquer outro produto. Tu tens que dizer que aquilo é bom pra sociedade, que é bom pra ela pela questão da responsabilidade cultural, social, naquela comunidade em que ela está inserida, que aquele projeto pode trazer um certo lucro. Só que tu tornar isso mensurável e visível pra eles é algo bem trabalhoso, porque se trata de cultura, que não é algo tão valorizado no Brasil. É muito mais uma questão de imagem institucional do que lucratividade. Hoje temos uma pessoa que é a captadora de recursos, que visita essencialmente empresas. De 100 empresas que ela visita, 5 acabam tendo interesse, e 1 fecha negócio. Então é muito difícil, a visão do mercado ainda é muito de lucratividade. Também viabilizamos projetos via incentivo fiscal e benefício das leis de incentivo. Mas claro, se tu já é RP dentro de uma empresa e te dão a tarefa de fazer o desenvolvimento cultural dentro daquela empresa, de responsabilidade sócio-cultural, é claro que tu vais ter recurso, equipe, vai ter um certo suporte que vai facilitar essa atuação. Uma vez que se trabalha no Terceiro Setor, dificulta um pouco, com pouco recurso, equipes menores, não tem tanta credibilidade. Mas ao mesmo tempo é muito gratificante, por que quando tu conquistas, tem um valor bem diferente.

Aqui, temos uma visão da área somente como cidade do interior. E, por isso, muitas vezes, não conseguimos ter a noção de como está o mercado em grandes cidades, capitais. Como tu enxergas o mercado de Relações Públicas em Porto Alegre?

Eu acho que houve um aumento do espaço pro RP atuar. Mais em POA ainda é muito incipiente, para um RP atuar em um cargo como Relações Públicas, receber o quanto ele merece. Hoje, tu ganha espaço para atuar como Relações Públicas em empresas, muitas vezes até coordenando um setor de comunicação, mas na tua carteira não é assinada como RP. Então, muitas pessoas trabalham como RP, conseguem crescer, mas não formalmente. Pelo que conheço, o eixo Rio-São Paulo é um pouco mais desenvolvido. Lá inclusive já tem empresas com Setor de Relações Públicas, que contratam somente pessoas formadas na área, o que é uma outra lógica. E, geralmente, são multinacionais. Aqui se começa aos poucos: vai ganhando espaço, implementa algumas ferramentas de comunicação, começa a trabalhar com relacionamento com a imprensa, organiza eventos, aí a empresa começa a notar que esse tipo de postura traz uma mudança positiva. Mas assim, pelo que eu percebo, hoje em dia há muito mais vagas de estágios para os estudantes de RP do que na época em que eu comecei. Hoje, tu entras na faculdade e no 1º semestre tu tens estágio. Tem mais empresas abrindo vagas para RP. O perfil que eu percebo das vagas é que chamam um jornalista para assessoria de imprensa, um publicitário para a área de criação, e um RP vai competir com a área da administração. Geralmente nos requisitos das vagas chamam estudantes de RP ou de administração. Então é uma mudança por parte das empresas que eu acho importante, tu ser descolado da área da comunicação e integrar mais a área estratégica, administrativa e gerencial.

Como estamos nos aproximando do dia 2 de dezembro, uma data importante para nossa área, e aproveitando o ambiente acadêmico, gostaria que tu desse um recado para os alunos, para os futuros profissionais de RP, ressaltando a importância da área.

Primeiramente, conquiste o seu espaço. Não esperem que surja exatamente a vaga e que exista exatamente o reconhecimento que a gente aguarda... criem oportunidades! Enxerguem as dificuldades e obstáculos que tenham no mercado como uma grande oportunidade, como um caminho a seguir e empreender ideias. Conheço muitos RPs que se conformam que a profissão não é reconhecida, que não existe a vaga ideal, e acabam trabalhando em qualquer outra coisa e dizem – “me formei em vão”. Acho que grande parte das nossas dificuldades é por causa desse tipo de mentalidade. Devem consolidar o espaço no mercado e fazer as empresas enxergarem que esse é o caminho, que esse é o grande diferencial que elas vão ter. Então parte daqui, da universidade, das pessoas que estão se formando, essa mudança de cultura e de mentalidade. Se não teve o espaço, crie! Ainda é uma profissão difusa, que as pessoas não conhecem direito, então cabe a nós mostrar quem somos, mostrar a que viemos, o quanto a gente pode render para uma organização, e fazer com que a profissão se torne essencialmente eficaz, reconhecida, e que deem o mérito que ela mereça. Não se acomodem, não vai ser fácil. Vai da postura de cada um mudar essa realidade.







"Conquiste o seu espaço. Criem oportunidades! RP ainda é uma profissão difusa, que as pessoas não conhecem direito, então cabe a nós mostrar quem somos, mostrar a que viemos, o quanto a gente pode render para uma organização, e fazer com que a profissão se torne essencialmente eficaz, reconhecida, e que deem o mérito que ela mereça. Não se acomodem, não vai ser fácil. Vai da postura de cada um mudar essa realidade." - Simone Luz Ferreira, Relações Públicas

Dia Nacional das Relações Públicas

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Essa semana, todas as pessoas relacionadas à área de Relações Públicas têm motivos pra comemorar: o Dia Nacional das Relações Públicas! Dia esse, 2 dezembro, criado para homenagear Eduardo Pinheiro Lobo (nascido em 2 de dezembro de 1876), alagoano que atuou como Relações Públicas pela empresa Light. A Light, naquela época, já priorizava o esclarecimento da opinião pública. Esta data em comemoração a área foi instituida pela Lei nº 7.197.

Provavelmente em muitos cantos do Brasil comemorações estarão acontecendo, seja da natureza que for (evento, reunião, textos, artigos, etc). Nós, no blog uniRP inclusive, estamos preparando um texto especial.

Porém, hoje, venho falar de outra comemoração. A agência de Relações Públicas aqui de Santa Cruz do Sul, Adega de Ideias (onde estou estagiando atualmente), juntamente com o Curso de RP da UNISC, estarão promovendo um evento em comemoração ao dia 2. Além do encontro de diversas pessoas relacionadas à área, também haverá palestra de alguns profissionais de RP, para trazer ao evento e à Santa Cruz do Sul, um pouco do que nossa área faz.


Abaixo, segue o convite do evento:


Receberemos para uma fala sobre seus trabalhos na área, os profissionais:

  • Deise Kanitz - coordenadora de Comunicação e Responsabilidade Social da Alliance One, abordará sobre sustentabilidade;
  • Everson Bello - coordenador da Assessoria de Comunicação e Marketing da UNISC, que falará sobre comunicação integrada;
  • Cátia Gollmann Pretto - Relações Públicas do setor de Endomarketing do Hospital Ana Nery, que abordará sobre endomarketing.

Então, todos estão convidados a comparecer na Livraria e Cafeteria Iluminura no dia 2 de dezembro, à partir das 19h30min.


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Após o evento, traremos a matéria abordando tudo que rolou na noite do dia 2.

Notícias do Curso de Relações Públicas - UNISC

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Relações Públicas e a Produção Executiva

Na próxima terça-feira, 23, a partir das 19 horas na sala 1507 do bloco 15 da Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC haverá a palestra Relações Públicas e a Produção Executiva com Simone Luz Ferreira.

Simone é formada em Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e também se graduou em Produção Audiovisual – Cinema e Vídeo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - Faculdade de Comunicação Social - FAMECOS – TECCINE. Desde março desse ano é Coordenadora Geral de Projetos da Fundacine. Suas principais atividades são: desenvolvimento, gerenciamento e coordenação de projetos culturais; organização e realização de eventos da entidade.

A palestra encerra as atividades que fazem parte de um seminário da turma de Prática de Relações Públicas I, do Curso de Relações Públicas da UNISC, onde os acadêmicos são responsáveis pela vinda de um profissional formado em diversas áreas, no inicio do semestre cada grupo escolheu uma determinada área e ficou então responsável pela vinda do profissional e por esclarecer um pouco mais sobre as atividades exercidas pelo mesmo.

Lobby

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Hoje postamos o texto dos alunos Henrique Spall e Tiago Weschenfelder de Oliveira, produzido para a disciplina Oficina de Redação em Relações Públicas II.


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O Lobby tem origem na Inglaterra e Estados Unidos e vem da tradução literal da palavra, ante-sala, salão, hall. Local normalmente utilizado para as articulações políticas, principalmente questões ligadas ao poder legislativo e ao poder executivo.

Para uma definição mais concreta, podemos dizer que lobby é uma atividade organizada por grupos de pressão na esfera política que trabalham para serem ouvidos pelo poder público, procurando informá-los a fim de, assim, conseguir determinada medida ou decisão.

No Brasil, grande parte das pessoas pensa que lobby são as portas de entrada do tráfico de influências, que acabam gerando corrupção. Uma imagem um pouco distorcida do que acontece quando a profissão é legalizada e regularizada, como é o caso dos Estados Unidos, onde o lobby é regulamentado desde 1946.

Existe em nosso país um projeto de lei do senador Marco Maciel (DEM-PE) que no próximo dia 12 de Dezembro completará 20 anos de aprovação no Senado. A proposta que regula as atividades de Lobby no Congresso Nacional foi enviada a Câmara dos Deputados, chegou a ser discutida e a receber algumas emendas, mas nunca chegou a ser colocada em votação no Plenário.

Isso demonstra as articulações brasileiras para impedir um progresso constante de nosso país, pois como disse o senador José Jorge (PFL-PE): “sempre que o Congresso tiver poder de decisão real, será procurado pelas pessoas interessadas nas suas votações... Quando você é procurado pelo lobby de um lado, vem logo o lobby adversário. E essa é a melhor maneira de você se aprofundar sobre um assunto: ouvir todas as partes”.

Sendo assim o lobby é muito útil para a democracia, pois permite aos legisladores terem conhecimento de todos os aspectos do que irão votar. Facilitando para os congressistas, pois um dos problemas do Congresso é justamente a falta de informação dos parlamentares sobre os diversos assuntos que requerem seus cuidados.

Não apenas como relações públicas, mas também como cidadãos, devemos buscar saber o porquê esta lei ainda não foi posta em votação e exercer pressão para que essa profissão possa ser regularizada e, assim, contribuir para o progresso do Brasil. Pois se as pessoas estão aptas a defenderem suas idéias é dever do poder público ouvi-las.


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Referências:

Lobby – O que é. Como se Faz. – Farhat, Saïd

http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal – a enciclopédia livre

http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=%20104427&codAplicativo=2

http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2009/10/23/0402306AD8C15366.jhtm?projeto-de-lei-regulamenta-o-lobby-0402306AD8C15366

Sim, #AgenteAMAcomunicação!

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Lembram da ação "A gente AMA Comunicação", que divulgamos nesse post?

Pois bem, com uma ação tão criativa e bacana como essa (que consistia no seguinte: as pessoas iam até o estande do Curso de Comunicação e expressavam seu amor pela Comunicação, através das caixinhas - fotos abaixo), claro que teria resultados bastante positivos. E foi mesmo. Fomos atrás das idealizadoras e realizadoras da ação, que nos passaram como foi o feedback do público presente no VivaUNISC (evento promovido pela UNISC, onde alunos do Ensino Médio da região são recebidos para conhecerem os cursos da Universidade). A aluna Taissi Alessandra comenta:

"A UNISC não divulga os números, mas o que podemos afirmar com certeza é que até o final do dia 11 já havíamos ultrapassado o número de inscrições para o vestibular em Comunicação Social do ano passado. Em Publicidade e Propaganda, mais especificamente, alcançamos um número que há algum tempo não era atingido, isso que as inscrições para o vestibular ainda estão abertas e os números podem subir. Outra coisa que gostaria de frisar é que estamos planejando uma continuidade para a ação, que deve ser divulgada em breve para o pessoal do curso e público externo. A ideia é continuar incentivando os comunicadores a expressarem seu amor pelo curso que escolheram".

Em conversa com a Chefe de Departamento do Curso de Comunicação Social, Profª. Mônica Pons contou que as inscrições esse ano para o vestibular para as habilitações em Comunicação Social estão promissoras! Há uma procura bem maior em comparação ao ano passado, inclusive no Curso de Relações Públicas. Realmente, as ações no VivaUNISC foram bem marcantes, atraindo a atenção de muitos vestibulandos.

Então, a galera que participou dessa ação SUPER LEGAL está de parabéns! E que sejam bem vindos os novos futuros profissionais da comunicação, seja a área que optarem. Afinal, somos todos pertencentes, RP's - PP's - Jornalistas - Produtores em Mídia Audiovisual, de uma mesma família - a família da Comunicação! E, por isso, é que A GENTE AMA COMUNICAÇÃO!

Abaixo, confiram algumas fotos da ação no evento VivaUNISC:









Entrevista com o Profissional de Comunicação

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Hoje trazemos uma entrevista feita pelas alunas Beatriz Weis e Daniela Dümmer, para a disciplina de Oficina de Redação em Relações Públicas II.


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Carina Horbe Weber é natural de Cachoeira do Sul, formada em Jornalismo e Mestranda em Desenvolvimento Regional na UNISC. Sempre demonstrou um grande interesse pela área da comunicação desde o ensino fundamental e na pesquisa acadêmica ao ingressar na graduação. Após concluir a sua graduação, prestou provas para a seleção de mestrado. Atualmente, Carina é mestranda do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da UNISC. Sua pesquisa trata do relacionamento dos jornais hegemônicos - Diário de Santa Maria (região Central/RS) e Gazeta do Sul (região do Vale do Rio Pardo/RS) - com o território e seus leitores. Posteriormente, pretende seguir a carreira acadêmica na docência e fazer um futuro doutorado.

Beatriz: Carina, o que levou você a estudar na UNISC e a escolher o curso de Comunicação dentre tantas opções?

Carina: Sempre quis fazer o curso de Comunicação Social. Desde o ensino fundamental já despertava interesse nessa área. Optei pela UNISC em função da qualidade do ensino.

Beatriz: Quando iniciamos algo novo temos perspectivas e muitas dúvidas; como foi para você esta trajetória?

Carina: Durante o curso, a cada semestre, tinha a certeza de que havia escolhido a área certa. Tive significativos êxitos, tanto profissional quanto pessoalmente.

Beatriz: Quando você iniciou o curso você já trabalhava na área da Comunicação?

Carina: Não. Apenas realizei alguns estágios.

Beatriz: Quais as dificuldades encontradas? Dentro da área escolhida, o seu trabalho condiz com a sua formação e os desafios propostos?

Carina: Atualmente, sou mestranda do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da UNISC e bolsista do Capes. O interesse pela docência e pela carreira acadêmica veio do período da graduação, quando tive os primeiros contatos com a pesquisa.

Beatriz: Depois de formada na graduação, o que te motivou a continuar e fazer mestrado?

Carina: A motivação para seguir a carreira acadêmica está relacionada ao meu interesse pela pesquisa.

Beatriz: Quais as suas perspectivas em relação ao futuro e o que você deixaria de relevante aos futuros profissionais da comunicação?

Carina: Pretendo seguir carreira acadêmica e incentivar, cada vez mais, a realização da pesquisa.

Beatriz: Se possível conclua com uma mensagem a todos os comunicadores referente à ética e a responsabilidade social, principalmente dentro da área da Comunicação?

Carina: A Comunicação é relevante dentro de todo contexto social e, por isso, cada comunicador precisa estar ciente dessa importância e do papel que deve desempenhar.

Notícias do Curso de Relações Públicas - UNISC

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PALESTRA - "GESTÃO DE NEGÓCIOS E CONSULTORIA"


No dia 25/11, a partir das 20h, a consultora Marilúcia Teresinha Franceschetti e do empresário Carlos Esau, estarão dando uma palestra na Livraria e Cafeteria Iluminura, pelo projeto Saideira. A organização do evento ficou por conta da turma de Consultoria em Relações Públicas do Curso de Comunicação Social da UNISC.


Marilúcia é formada em Administração de Empresas pela UNISC e com pós-graduação em Marketing pela ULBRA – Canoas, Marilúcia Franceschetti acumula mais de 20 anos de atuação no mercado na área empresarial, com abrangência em assessorias de Recursos Humanos e Marketing. Practitioner em Programação Neurolinguística pelo Instituto SUDAMERICANO da Argentina, com habilitação para a prática e promoção de cursos e treinamentos. Como Secretária Municipal de Turismo, foi pioneira em projetos de Turismo Rural, organização de Eventos no Mercosul, tendo um cargo de Assessora na SETUR no Comitê Estadual de Turismo na área de Marketing. Nos últimos 10 anos atuou como empresária (administração, compras, vendas, financeiro) e Pregões Eletrônicos. Atualmente atua na coordenação de um projeto nacional em gestão empresarial, consultoria em gestão de RH e Vice-Presidente de uma Rede Estadual de Consultores.


Carlos Esau tem Formação Acadêmica na Business Administration & Marketing em Fresno Pacific University/USA. Pós-graduando: Docência em Cursos Técnicos (Gestão de Negócios). Tem especialização em Liderança de Equipes – Haggai Institute/Singapura. Atualmente é empresário e consultor da Chegar Desenvolvimento Humano e executivo de projetos do Santa Cruz Novos Rumos

Todos os alunos do Curso de Comunicação Social da UNISC estão convidados a comparecerem na palestra, que trará as experiências dos palestrantes no ramo empresarial.

A experiência acadêmica

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Hoje trazemos o texto das alunas Sulimar Cená e Tábata Sulzbacher, da diciplina de Oficina de Redação em Relações Públicas II.


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No início do curso há muitas teorias, palavras que não sabemos de onde vem e nem mesmo o seu significado. Depois de um tempo começam as disciplinas práticas e as coisas vão clareando, mas sempre existem muitas dúvidas e também alguns medos sempre ficam escondidos e às vezes teimam em “perturbar”: “será que vou poder fazer assim quando estiver trabalhando?” “será que vai ser tão fácil assim fazer um planejamento?” “será que vão aceitar a minha proposta? Será que vai dar certo?”

Com certeza essas dúvidas passam sim pela cabeça de um estudante de Relações Públicas. E depois de formado essas dúvidas não somem e o medo só tende a aumentar. O melhor a fazer então é aproveitar as chances que aparecem durante a vida acadêmica. Uma chance que os acadêmicos não podem perder é participar da agência experimental.

Na agência passamos por diversas situações, desenvolvendo praticamente todas as funções que um Relações Públicas pode desenvolver, adquirindo assim experiência. Sempre tem um professor pra orientar, um colega pra ajudar, e claro, as chances de conseguir um emprego ou oportunidade de estágio também estão mais perto.

Um exemplo muito legal é a Semana Acadêmica, que acontece na metade do segundo semestre, mas que já começa a ser planejada no segundo mês de aula. E aí começa a função, se entra em contato com os palestrantes, reserva passagem, corre atrás de patrocínio, reserva os espaços para as palestras, faz recepção, faz cerimonial e, é claro, faz um gerenciamento de crise, porque alguma coisa sempre dá errado, e por aí vai... Existe também uma parte muito legal e que não pode ser esquecida é o envolvimento entre as habilitações, um trabalho em equipe onde é preciso estar atento e ouvir o que os outros tem a dizer.

Bom, poderíamos ficar horas escrevendo sobre a importância que a agência tem na vida dos acadêmicos, mas a dica de quem já completou dois anos de agência é: fique ligado, não perca a oportunidade de aprender!

Nova equipe do blog uniRP

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Depois das dicas que recebemos na nossa campanha OpineRP, começamos o processo de "recrutamento" de novos colaboradores para o blog, a fim de ampliar as visões, experiências e linguagens do mundo das Relações Públicas que postamos por aqui.

Decidimos fazer um "processo interno", ou seja, com profissionais e alunos de nossa cidade e Universidade. Isso porque acreditamos que temos um grande potencial dentro do Curso de RP da UNISC, e queríamos disponibilizar e unir quem acreditamos que enriquecerá e contribuirá muito para o uniRP.

Portanto, depois de algumas tratativas, eis que apresentamos nossas mais novas colaboradoras (sim, "novAs colaboradorAs" porque a presença feminina vem em peso)!

Antes das apresentações, gostaríamos de agradecer muito às gurias que aceitaram nosso convite e desafio, e dizer que estamos muito felizes de contar na nossa equipe com pessoas como elas, grandes profissionais e futuras profissionais de Relações Públicas!


Com vocês, a nova equipe do blog uniRP:



Quem: Gisele Padilha Simão, 23 anos, formada em Relações Públicas pela Universidade de Santa Cruz do Sul. Sempre gostei muito da área da comunicação, de RP principalmente, pelo fato de reunir as pessoas. Atualmente trabalho no Setor de Eventos e Promoções da Unisc, que faz parte da Assessoria de Comunicação e Marketing.

Experiências: profissionalmente em planejamento e organização de eventos. Porém durante a faculdade realizei trabalhos práticos em diversas áreas. Acredito que a monografia foi um divisor de águas na minha vida, onde superei muitos desafios e percebi que sempre conseguimos encontrar tempo para aquilo que gostamos.

Áreas de Interesse: eventos, pesquisa e planejamento, marketing e assessoria de imprensa.

Expectativas pro futuro: sempre quis ser professora. Gostaria de continuar atuando na área e lecionar ao mesmo tempo, para conseguir levar experiências práticas aos alunos.


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Qu
em: Ingrid Hermes Bittencourt, 22 anos, sou natural de Cachoeira do Sul, mas atualmente resido em Santa Cruz do Sul. Acadêmica do 8º semestre de Relações Públicas da Universidade de Santa Cruz do Sul, trabalho no curso de Medicina da Unisc e também desenvolvo um trabalho de assessoria no departamento de comunicação e marketing do Grupo Cindapa.

Experiências: No início de minha trajetória profissional, atuei como voluntária na A4 - Agência Experimental de Relações Públicas da UNISC, onde tive contato com a organização de eventos e cerimonial e protocolo. Já desenvolvi alguns planejamentos de comunicação para empresas de Cachoeira do Sul e também atuei no Hospital de Caridade e Beneficência, da mesma cidade, onde realizava a confecção de informativos de circulação interna e também fui mestre de cerimônias em eventos que aconteciam por lá. Hoje desenvolvo no Grupo Cindapa, um trabalho que está sendo um grande desafio pessoal, pois estou implantando um setor específico de Comunicação e Marketing, desenvolvendo e executando todo o planejamento estratégico do setor, atuando com o público interno e externo.

Áreas de interesse: Me interesso muito por qualquer forma de relacionamento com o cliente, e acho que este é o ponto alto de um profissional de Relações Públicas, criar e inovar nos diversos canais existentes hoje em dia. Outro tema que gosto muito é Relações Públicas atuando na Gestão de Marcas.

Expectativas pro futuro: acredito que um trabalho bem desenvolvido de Relações Públicas, em conjunto com a administração da instituição é a chave de sucesso para as organizações atuais. E vejo neste ponto, uma grande oportunidade de crescimento da profissão.


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Quem: Luiza Amanda Scherer, arroiomeense de 23 anos, aluna do 7º semestre do curso de Relações Públicas da UNISC, atuo com supervisão comercial na área Centro-Oeste do Brasil pela Florestal Alimentos Divisão Boavistense.

Experiências: tive muito contato com a área comercial na qual atuo já a 06 anos trabalhando com equipes de vendas e com diversas ações direcionadas aos clientes, tenho experiências com pesquisas principalmente relacionadas a satisfação de clientes, trabalhei com diversos tipos de evento tendo contato em alguns com cerimonial e protocolo, tive atuação junto a centrais de atendimento ao cliente. Além disso a vivência da universidade através das inúmeras áreas de conhecimento.

Áreas de interesse: uma área pela qual me identifico muito é a área de gestão de marcas e imagem empresarial. Tenho grandes afinidades também pelas áreas de pesquisa, comunicação interna, comportamento do consumidor e conhecimentos ligados ao marketing sob seus diversos aspectos.

Expectativas pro futuro: Muitas...acredito e vejo cada vez mais o crescimento e o reconhecimento da área de Relações Públicas e da comunicação num modo geral, dentro da visão empresarial. Creio que a interação entre os profissionais e acadêmicos da nossa área pode agregar muito conhecimento e enriquecer ainda mais nossa atuação no mercado.


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Quem:
Michele Roth, 22 anos, curso Relações Públicas na Unisc desde 2005. Decidi pelo curso porque sempre desejei trabalhar com comunicação e a área de RP proporciona um campo de atuação abrangente para atuar nesse meio. Curiosa por natureza, sempre estou em busca de informações e explicações tanto do que acontece na nossa futura profissão quanto em outras áreas de interesse. Como o ano de 2010 está sendo marcado por um período de transição profissional para mim , o convite para participar do blog irá oportunizar novas ideias e experiências na área da comunicação.

Experiências: participei em atividades ligadas a eventos, aplicações de pesquisa, negociação e atendimento. Incluindo ainda as disciplinas práticas da universidade.

Áreas de Interesse: tenho uma atração pelas áreas de assessoria de imprensa, de comunicação organizacional e governamental.

Expectativas pro futuro: além de me formar em 2011, pretendo adquirir experiência profissional na minha área de atuação e, ainda, adquirir novos conhecimentos em outras áreas da comunicação para futuramente, talvez, ser empreendedora na área de RP.


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Quem: Priscila Böhn dos Santos, 28 anos, natural de Taquari, mas morando em Venâncio Aires desde dezembro de 2009, acadêmica do Curso de Relações Públicas da Unisc, tendo cursado 2 semestres na UNISINOS. Atualmente exerço o cargo de Gestora numa filial de uma Rede de Farmácias do RS. Procuro trazer para o meu dia a dia tudo o que aprendo nas disciplinas do curso de RP, pois minha principal função em meu trabalho é gerenciar pessoas e serviços.


Experiências: formada no Magistério, comecei lecionando em uma escola municipal na cidade de Taquari, durante meio ano. Porém vivenciando uma sala de aula, notei que não era isso que queria pra mim. Larguei o magistério definitivamente e comecei a trabalhar como auxiliar de farmácia (numa grande rede de Farmácias do RS), no qual permaneci durante seis anos. Durante esses anos me tornei sub-gerente. Foi então, que fui promovida a gerente da uma filial na cidade de Montenegro, no qual exerci a função e morei lá por três anos. Trabalhei com gerenciamento de pessoas, de crises, com coaching, com eventos, RH, com indicadores de metas. Nesses dez anos que se passaram, aprendi que as pessoas são o diferencial em qualquer área de atuação.

Áreas de interesse: “amo de paixão” lidar com pessoas, as diversas e as mais variadas pessoas. Identifico-me muito com gestão de pessoas. Gosto de trabalhar público interno, Coaching e com consultoria.

Expectativas pro futuro: Vejo um mercado pedindo “socorro” para nós RP's. É uma área em crescimento e com um campo cheio de oportunidades. Quero exercer a profissão de Relações Pública e tornar-me reconhecida pelo trabalho que exerço.


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Quem: Roberta Souza e Silva, 27 anos, ariana (...) graduada em Comunicação Social/RP pela Unisc e Mestre pela Escola Superior de Comunicação Social - Instituto Politécnico de Lisboa.
Trabalho muito com Comunicação Institucional, mas sou curiosa por saber como as pessoas descobrem e fixam as marcas nas suas cabeças (estudos de Branding).

Experiência: Tenho a Adega de Ideias - uma Agência de Relações Públicas - e através dos clientes consigo cada dia mais "palpar" a comunicação e os indicadores de uma relação.

Expectativas pro futuro: Para o futuro,...o futuro é agora, foi ontem. Se no meio de tantas oportunidades, o RP não mostrar o seu valor, talvez percamos o terreno mais fértil de todos os tempos.


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Obs: em breve, o link com a nova equipe estará atualizado.

A gente AMA Comunicação!

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Por Taissi Alessandra

Na próxima quinta-feira, dia 11 de novembro, acontece o Viva UNISC, ocasião em que a Universidade recebe alunos do Ensino Médio de toda a região, com o objetivo de apresentar os cursos oferecidos pela Instituição.

Este ano, o estande do Curso de Comunicação Social conta com uma ação diferenciada, onde os alunos terão a oportunidade de se expressar de uma maneira muito divertida. Será distribuído um material especialmente desenvolvido para essa data e os estudantes terão a sua disposição diversos recursos, que serão utilizados para responder de maneira criativa a seguinte pergunta: "Por que comunicação?"

A resposta pode ser em forma de desenho, palavra, fotografia, recorte ou qualquer outra maneira. No final do dia será formado um grande mosaico, no qual estarão expostas as contribuições dos alunos que passaram pelo estande durante o evento. Além de deixar sua expressão registrada, o aluno ainda receberá um exemplar do mesmo material, contendo informações sobre o curso, para levar para casa.

A ação está sendo planejada pela turma de Direção de Arte II, coordenada pelo professor Rudinei Kopp e conta com a participação de todos os alunos da Comunicação. Para saber mais é só acompanhar a hashtag #AGenteAmaComunicacao no Twitter, ficar ligado no que o pessoal do curso está postando e, é claro, comparecer ao Ginásio de Esportes da UNISC no dia 11 de novembro para expressar o seu jeito de comunicar.


A gente AMA Comunicação, e você?

Encontro de Professores de RP da Região Sul

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Em maio, aconteceu o “Encontro de Professores de Relações Públicas da Região Sul”, na Feevale - Novo Hamburgo. O evento teve o intuito de reunir professores e coordenadores dos cursos de Relações Públicas das Universidades do Rio Grande do Sul, a fim de discutirem a bibliografia básica dos cursos, unificando as referências. Mais informações nesse post, divulgado aqui no blog.

O próximo encontro acontecerá dia 12 de novembro, das 9h às 12h, na FAMECOS/PUCRS. A pauta a ser discutida tem como principais pontos:

- Proposta de Diretrizes Curriculares para o Curso de RP (documento aqui)
- Campanha proposta pelo prof. Marcelo Chamusca (Campanha 22 de novembro -Dia Latino-Americano de Luta pela Valorização da Profissão de Relações Públicas)

A representante pela UNISC será a Prof. Mônica Pons.

Após o encontro, traremos para o blog as informações sobre a reunião em uma entrevista com a Prof. Mônica.

Construindo a Monografia

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Estou em processo de desenvolvimento da minha monografia. Para quem ainda não passou por esta etapa no Curso de Comunicação e sofre com as diversas dúvidas, espero poder contribuir com algumas dicas.

Para quem ainda tem dúvidas do termo em questão, monografia é o trabalho de conclusão para a maioria dos cursos. Sem a monografia, em uma Universidade, o aluno não consegue obter o diploma do curso e nem a tão sonhada colação de grau.


Antes da inserção na disciplina:


A primeira dica, que para mim é a questão mais importante do trabalho, se refere a escolha do tema, aquilo que se deseja pesquisar. Seria bom se o aluno desde o 7º semestre já pensasse no tema, que pode ser uma identificação pessoal, um tema que goste e se pretende exercer quando formado, ou então se aprofundar em um assunto dentro da profissão que desperte curiosidade. No meu caso, consegui conciliar o que gosto com a minha curiosidade. Já ouvi falar de bons profissionais formados na área de relações públicas que um bom trabalho monográfico é aquele que o aluno mostra algo novo para o professor e a banca. Precisa ser algo muito pouco discutido até então, caso contrário, os temas manjados geralmente não tem uma boa nota, mesmo se este apresentar uma boa pesquisa. Não sei...isso só poderei ter certeza depois da avaliação, mas acho que um tema novo há mais possibilidades de um bom reconhecimento por parte da banca, pois o aluno buscou a real pesquisa, buscou a descoberta.

Depois da escolha do tema é necessário que o aluno escolha um orientador. Este deve estar, não só apto a orientar, como também deve ter conhecimento perante o tema de escolha do aluno. É importante frisar que este profissional irá orientar e não realizar o trabalho para o aluno. O professor certamente irá perceber se o aluno não está produzindo como deveria e ficará responsável por estabelecer os prazos de entrega dos capítulos, como também as correções dos erros gramaticais.

Após esta escolha é interessante que antes da disciplina de monografia o interessado já esboce os possíveis capítulos que deseja abordar e consulte alguns livros da área. Eu consultei alguns, mas como são muitos, apenas li os capítulos de interesse. Nas férias de julho, depois que chegava do trabalho, comecei a elaborar o primeiro capítulo conforme o meu esboço, e quando a disciplina de monografia começou, o meu primeiro capítulo só faltava passar pela correção da orientadora. É importante que quem está realizando o trabalho comece o quanto antes, porque, depois com a correria do semestre e com outras disciplinas para cursar, este tempo fará falta.

Uma outra dica boa e importante é que já se tenha em mente onde a pesquisa irá ser realizada e tentar um contato prévio com o local que se deseja. Este contato pode ser feito na disciplina de projeto de monografia, e após, se a instituição ou os contatantes aceitarem participar da pesquisa, mantenha contato com esta parte que é de grande importância. Certamente isso mais tarde economizará tempo.


Durante a monografia


Esta história que muitas noites se perdem, é mais boato que verdade, pois com calma tudo acontece. Sente-se com o orientador e acerte os prazos e tente devolver os capítulos nos prazos marcados. Pergunte e tire dúvidas o quanto precisar.

Organize-se nos horários. Como eu não tenho muito tempo, chego da aula e faço um pouco, mas até o sono bater. Quando faço com sono tenho que refazer tudo no outro dia. Faça, quando possível, nos finais de semana e feriados.

Cuide durante a escrita da monografia para não se empolgar demais e fugir do tema proposto e nem do problema de pesquisa. Todas os conceitos abordados necessitam de explicação, por exemplo, uma palavra muito usada por nós RP's “stakeholders” (público de interesse).

Escreva sobre o tema e use os autores para se basear, cuidado com as cópias. Se você está de acordo com o autor, mencione a mesma ideia, porém em outras palavras...isto para mim é a parte mais difícil, a parte escrita deve ser consequência das leituras feitas.

Ao acabar um capítulo, mande-o por e-mail para você mesmo, é uma forma de manter salvo. Quando der um tempinho, leia, sempre vai haver algo para modificar...isso é certo!

Você deve escolher um método de pesquisa, que deverá ser apropriado para você, para o seu tema e para os contatos que participarão da pesquisa. Ao produzir o instrumento de pesquisa, cuidado com perguntas que querem significar a mesma coisa e o deixe o mais compreensível possível.

Exponha claramente as respostas ou considerações encontradas nas pesquisas realizadas, estas deverão dar resposta ao problema da pesquisa.


Após o término da escrita


Quando acabar de produzir os capítulos propostos, entregue uma cópia para seu orientador e peça que ele verifique se está redondo, contendo todas as informações, e se precisa modificar alguma coisa. Após leia e releia, quanto mais ler mais estará preparado para a banca e certamente encontrará erros, que se tiver tempo e começar antes a escrita, dará para refazer.

Cuide com o problema da pesquisa, ele deve ser respondido nas considerações finais e exposto na introdução. E lembre-se, deverá ter domínio do tema abordado.

Coloque nas normas da ABNT.


Obs: Quero expôr que estou passando por este processo de construção e que é importante que o aluno se dedique e siga as orientações do orientador. Estas são apenas dicas para não se perder no tempo. Falta um mês para a entrega e estou quase terminando, aí vou para as correções finais. Não tenho ideia da minha nota final, se irei aprovar ou não. Para mim, o pior da monografia é não saber sobre o que escrever, nem saber como começar, este sim foi o pior período, depois que comecei a escrever, vi que é mais fácil do que dizem.


O profissional de Relações Públicas

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Hoje o uniRP traz uma entrevista com o Relações Públicas Pedro Prochno, do blog Relações, feita por Gilberto Rodrigues, aluno do 2º semestre de Relações Públicas pelas Faculdades Integradas Rio Branco. A entrevista foi um trabalho para a disciplina de Estudos Interdisciplinares I.


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Pedro é formado pela Universidade Metodista de São Paulo e atua em Relações Governamentais.

Gilberto: Pedro, o que fez você escolher a profissão de Relações Públicas?

Pedro Prochno: Bom, quando eu estava para prestar faculdade, pra definir o que ia fazer, eu não tinha muita ideia do que queria. Sabendo que gostava bastante de lidar com pessoas, de estar fazendo diferentes coisas, e tinha um amigo que estava fazendo Relações Públicas já, na Metodista, e me contou sobre a profissão, o mercado, o que faz um Relações Públicas, e isso me chamou muita atenção. Ai eu fui conhecer o trabalho de RP em algumas agências, me interessei muito e acabei prestando, fazendo a faculdade e adorei.

G: Qual área você acha mais interessante em RP? Como eventos, mkt pessoal...

PP: Eu acho RP como um todo interessante justamente pela possibilidade de você poder lidar com várias áreas diferentes, com várias coisas diferentes, como eventos, mkt pessoal, comunicação organizacional, assessoria de imprensa e por aí vai. Eu gosto muito mais de gerenciamento de crise, algo que me chama muita atenção, eu tenho bastante gosto. Eu já trabalhei com isso, ainda bem, e relações governamentais, que é o que eu faço hoje.

G: O que você acha dessa reformulação da grade curricular que o MEC está fazendo com o curso de RP?

PP: Eu não tenho uma opinião formada sobre isso. Eu li pouco, pra dizer a verdade, sobre o assunto. Participei, sim, da consulta pública que o MEC está fazendo, dei minha opinião sobre como deve ser o perfil, o que a faculdade de RP deve ter como grade, porque ai sim, temos que formar um profissional multidisciplinar, mas acho que é importante, se for pra adequar o curso de RP em um cenário que vem surgindo no mundo. Agora com aquela ideia que eles têm de transformar isso numa faculdade de comunicação corporativa, eu não concordo muito.

G: O profissional de RP nos EUA é aquele que pode ser considerado o braço direito do presidente em algumas organizações. Tem conhecimento em finanças, administração, economia... Você acha que falta esse tipo de conhecimento nos profissionais de RP aqui no Brasil?

PP: Primeira coisa que devemos separar, é que RP nos EUA é uma pós-graduação e não uma graduação, e aqui no Brasil a gente começa RP como uma graduação. Começa ai o primeiro diferencial disso. Nos EUA, o RP já tem bastante tempo, nasceu lá praticamente a profissão. Se desenvolveu durante um tempo de uma forma bastante legal. Eu acho que falta um pouco de interesse dos profissionais aqui no Brasil, em querer aprender e agregar cada vez mais conhecimento para se tornarem estratégicos dentro das organizações. Isso vai de cada um, mas não conseguimos fazer isso simplesmente com apenas quatro anos de faculdade, então é preciso continuar estudando, continuar indo atrás para poder adquirir esse conhecimento que é importante, sim, para que nos tornemos estratégicos dentro das organizações.

G: Em sua opinião, qual o melhor perfil para ser um profissional de RP?


PP: Tem que ser uma pessoa dedicada, curiosa, interessada, porque temos aí todos os desafios que a nossa categoria tem, que sabemos quais são. Ter disposição a abraçar isso e enfrentar os problemas para poder desenvolver RP na plenitude, se não tem que procurar outra área, não adianta querer fazer RP, a meu ver, e querer trabalhar fechado em um segmento. É um direito da pessoa, mas a minha visão é que um RP, se tem tanta capacidade, capacitação para desenvolver diferentes coisas, porque não explorar tudo isso e aplicar em sua plenitude?

G: Vc disse que a área RP é vista como um todo, não muito em áreas separadas. Mas qual área de Relações Públicas está em mais ascensão no mercado?

PP: Temos em ascensão o mkt pessoal, que está aparecendo para pessoas públicas. Os RP estão sendo procurados para isso. É uma área que está se desenvolvendo bastante. Comunicação corporativa, claro, também, mas no sentido de promover uma aproximação e um envolvimento maior com públicos estratégicos, tem-se desenvolvido bastante no mercado.

G: Voltando um pouco para a parte organizacional: você acha que toda grande empresa é obrigada a ter um Relações Públicas ou uma agência supriria essa necessidade?

PP: Acho que ninguém é obrigado a nada. Ou tem porque quer, ou porque acredita no serviço ou na capacidade de um profissional ou de uma agência. Claro que, na realidade do mercado brasileiro, as empresas tendem a procurar mais uma agência do que ter um profissional desses dentro de casa. Mas ter um profissional desses em uma organização é muito importante justamente pela visão estratégica que o RP tem de poder enxergar o todo de uma organização e poder desenvolver estratégias de desenvolvimento e crescimento dentro da empresa.

G: Voltando um pouco, falando sobre RP como um todo, há alguma outra graduação que possa exercer RP, sem ser a própria RP?

PP: Não sei. Diria que não, na verdade. O mais que se aproximaria... Tem que ser alguma coisa complementar, por exemplo, uma faculdade de administração e uma pós em comunicação corporativa. Aí sim o profissional começa a se capacitar um pouco, mas título de graduação acredito que não, o que a gente tem são várias graduações que suprem algumas funções de um RP. O que é o mercado de RP, também não tem como tomar conta de tudo e nem deve. Precisamos de todos os profissionais da área de comunicação.

G: Então você acha que um publicitário, um jornalista, não seria capaz de exercer essa profissão tão bem quanto um RP?

PP: Eu acho que não em função da visão holística que o RP tem. Por exemplo, hoje temos muitos publicitários, principalmente publicitários, que têm uma visão grande e bastante holística de diversos assuntos e das organizações e conseguem exercer isso, mas não em função de ter uma faculdade de publicidade, mas sim de terem desenvolvidos e agregados outro conhecimentos que os capacitaram para fazer isso.

G: Você disse pra gente que atua na área de relações governamentais. Você poderia falar um pouco mais dessa sua rotina, dessa sua área de relações governamentais, do que seria?

PP: Em relações governamentais a gente, na verdade, monitora o governo dentro das empresas privadas. Ajudamos essas empresas privadas a entenderem o funcionamento do governo e a se relacionarem com ele, a se aproximarem com ele, que é o Relações Públicas Governamentais que aprendemos na faculdade um pouquinho mais à frente.

G: Com essa ascensão das mídias sócias, em sua opinião Pedro, qual a importância do Relações Públicas com essa nova ferramenta de comunicação nas organizações? Essa função pode ser aplicada apenas por um RP?

PP: Nossa! Eu dei um depoimento para um blog do Eloy Vieira, ainda semana passada, no fim da sexta-feira sobre exatamente o mesmo assunto. Acho que essa função não precisa ser executada apenas por um RP, tem outras pessoas que podem fazer, e eu acho que aí está o grande mercado também para os RP’s, porque ser o RP digital, lidar com redes sociais, é aplicar a profissão em sua plenitude, uma vez que temos que gerenciar crises ali dentro, gerenciar relacionamentos, divulgar conteúdo, informação, se relacionar com diversos públicos, definir estratégias que queremos ali dentro, pois não basta falar, temos que saber ouvir também. Aí entra comunicação de duas vias, claro, então acho que é um mercado bastante interessante pro RP, não que deva ser executado apenas por um RP.

G: Tanto é que, cada dia mais, as empresas estão mais na internet, nas redes sociais, do que nunca.

PP: Claro, até porque eles têm um grande poder de comunicação...

G: E é em massa.

PP: ... E é uma coisa barata, relativamente barata hoje, se você comparar com outras formas de divulgação.

G: Para concluirmos Pedro, que conselho você daria pra quem está começando na carreira de RP?

PP: O primeiro conselho é ir atrás do que se quer. Não adianta entrar na faculdade e esperar que um emprego de RP extremamente estratégico vai cair na sua mão da noite para o dia. Precisa estar afim, precisa ir atrás, precisa conhecer. Eu acho que a primeira coisa que eu sugiro pra quem está entrando hoje na faculdade, e quer e gosta de RP, é tentar fazer estágios na área, mas em diferentes áreas de conhecimento, para poder conhecer diferentes coisas. Isso que acho que é o mais importante. Eu fiz isso e tem dado muito certo. O resultado está bastante bom. E conhecer durante meu tempo de faculdade, a área de eventos, assessoria de imprensa... Trabalhei como assessor de uma pessoa do mercado da moda até vir parar aqui onde eu trabalho hoje. Trabalhei inclusive com sustentabilidade, com comunicação para sustentabilidade e foi bastante interessante. Então precisa estar atento aos movimentos do mercado, e disposto a aprender e ser curioso, ir atrás e saber o que está acontecendo.







"Tem que ser
uma pessoa dedicada, curiosa, interessada, porque temos aí todos os desafios que a nossa categoria tem, que sabemos quais são. Ter disposição a abraçar isso e enfrentar os problemas para poder desenvolver RP na plenitude, se não tem que procurar outra área[...]" - Pedro Prochno, Relações Públicas

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